sábado, 28 de julho de 2012

JMV | Texto de Opinião


Entrei para a JMV de Carvalhal por acaso, mas não é por acaso que permaneço neste grupo.
Ao longo destes anos em que sou membro da JMV, para além de toda a partilha que existe entre o nosso grupo e as atividades enriquecedoras a que somos propostos, cresci muito como pessoa e até já perdi alguns receios que faziam parte da minha personalidade.
Ser JMV, é fazer uma grande caminhada, caminhada essa que por vezes não é fácil pois temos que prescindir muito do nosso tempo e dedicarmo-nos um pouco mais aos outros.
O que eu quero fazer passar a todos os que leiam esta minha mensagem, é que ser membro da JMV, é uma maneira de crescermos na fé e de aprofundarmos um pouco o que ao longo do tempo se vai perdendo, mas mais do que isso é sabermos crescer como pessoas, e aceitarmos as diferenças do próximo. Pois, no nosso dia-a-dia são muitas as atividades e os desafios que nos propõem do mais variado que existe, desde visitar idosos e saber escutá-los, brincar com crianças e aceitar as suas diferenças até ao ajudar os mais necessitados…
Tudo isto enriquece-me e torna-me uma pessoa mais forte e capaz de suportar as adversidades da vida, fazendo bem aos outros torna-me uma pessoa mais forte e feliz.
Eu acredito e sou persistente, por isso sou membro da JMV!



Andreia Alagoa, 
Vogal de Caridade.

XVII Domingo do Tempo Comum | 29.07.2012

A liturgia do 17º domingo Comum dá-nos conta da preocupação de Deus em saciar a “fome” de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta connosco para repartir o seu “pão” com todos aqueles que têm “fome” de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.


Fontes:
Ecclesia
SDPL Viseu

segunda-feira, 9 de julho de 2012

"Eu e a deficiência"


Para mim a deficiência é mais um dos aspectos com que temos que lidar diariamente. Por vezes vejo pessoas com algum tipo de deficiência, normalmente olho, depois tenho pena e a seguir viro as costas, como qualquer outra pessoa. Sabemos que está errado, mas é o que sempre fazemos.
As pessoas estão bem cientes do que é uma deficiência mental ou física, mas tendem a esquecer o quanto custa pagar medicamentos e tratamentos, o quão custa ser olhado de lado por ser diferente. Penso que isto é mais um dos problemas da sociedade, daqueles de que ninguém quer saber, mas que deviam receber uma atenção especial.
Hoje em dia, quase tudo é adequado a deficientes, desde escadas a autocarros, mas esquecemo-nos de uma das partes mais importantes: a integração na sociedade. Temos de deixar de olhar de lado, de pensar coisas como “coitadinho!”, pois estas pessoas são tudo menos isso
O país está no bom caminho mas, mesmo assim, há sempre mais alguma coisa a fazer para ajudar.



Catarina Domingos,
Vogal Mariana

domingo, 8 de julho de 2012

XIV Domingo do Tempo Comum | 8.07.2012

                   
                     A liturgia deste domingo revela que Deus chama, continuamente, pessoas para serem testemunhas no mundo do seu projecto de salvação. Não interessa se essas pessoas são frágeis e limitadas; a força de Deus revela-se através da fraqueza e da fragilidade desses instrumentos humanos que Deus escolhe e envia.
                     A primeira leitura apresenta-nos um extracto do relato da vocação de Ezequiel. A vocação profética é aí apresentada como uma iniciativa de Jahwéh, que chama um “filho de homem” (isto é, um homem “normal”, com os seus limites e fragilidades) para ser, no meio do seu Povo, a voz de Deus.
                     Na segunda leitura, Paulo assegura aos cristãos de Corinto (recorrendo ao seu exemplo pessoal) que Deus actua e manifesta o seu poder no mundo através de instrumentos débeis, finitos e limitados. Na acção do apóstolo – ser humano, vivendo na condição de finitude, de vulnerabilidade, de debilidade – manifesta-se ao mundo e aos homens a força e a vida de Deus.
                     O Evangelho, ao mostrar como Jesus foi recebido pelos seus conterrâneos em Nazaré, reafirma uma ideia que aparece também nas outras duas leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na fragilidade. Quando os homens se recusam a entender esta realidade, facilmente perdem a oportunidade de descobrir o Deus que vem ao seu encontro e de acolher os desafios que Deus lhes apresenta.


Fontes:

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Viver a vida

A vida é feita de acontecimentos e por mais que as pessoas digam que é normal, que tudo passa, eu sei que não é fácil, ou melhor, não foi fácil chegar até aqui.
Mas sei também, que na vida, o mais importante é não nos deixarmos abalar. Ficar triste?
Sim, mas por pouco tempo. Pois a vida é feita de obstáculos, muitas vezes insuperáveis, mas para tudo se tem uma saída, vivendo, aprendendo e crescendo acima de tudo.
Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões, a dor, o mal, a crueldade do mundo, que por vezes fazem a nossa vida infeliz e sem sentido.
Pois há o outro lado...
O amor, a amizade, o perdão, acordar e saber que não estamos sozinhos, um simples olhar, um simples sorriso, uma simples palavra de carinho, de aconchego.

"A vida são dois dias, o de ontem já passou e o de hoje está a acabar. Amanhã está no incerto. Aproveitem cada nova oportunidade."

Oração da Vida
A vida é uma oportunidade. Aproveite-a. 
A vida é uma beleza. Admire-a. 
A vida é um sonho. Faça que se torne realidade
A vida é um desafio. Enfrente-o
A vida é um dever. Cumpra-o
A vida é preciosa. Cuide dela
A vida é riqueza. Conserve-a
A vida é um mistério. Explore-o
A vida é promessa. Tenha esperança
A vida é tristeza. Supere
A vida é um hino. Cante-o
A vida é um combate. Vença. 
A vida é uma aventura. Conduza-a. 
A vida é felicidade. Mereça-a.


Patrícia Lopes,
Vogal de Caridade e Missão 


domingo, 17 de junho de 2012

XI Domingo do Tempo Comum | 17.06.2012

           A liturgia do 11º Domingo do Tempo Comum convida-nos a olhar para a vida e para o mundo com confiança e esperança. Deus, fiel ao seu plano de salvação, continua, hoje como sempre, a conduzir a história humana para uma meta de vida plena e de felicidade sem fim.
            Na primeira leitura, o profeta Ezequiel assegura ao Povo de Deus, exilado na Babilónia, que Deus não esqueceu a Aliança, nem as promessas que fez no passado. Apesar das vicissitudes, dos desastres e das crises que as voltas da história comportam, Israel deve continuar a confiar nesse Deus que é fiel e que não desistirá nunca de oferecer ao seu Povo um futuro de tranquilidade, de justiça e de paz sem fim.
            O Evangelho apresenta uma catequese sobre o Reino de Deus – essa realidade nova que Jesus veio anunciar e propor. Trata-se de um projecto que, avaliado à luz da lógica humana, pode parecer condenado ao fracasso; mas ele encerra em si o dinamismo de Deus e acabará por chegar a todo o mundo e a todos os corações. Sem alarde, sem pressa, sem publicidade, a semente lançada por Jesus fará com que esta realidade velha que conhecemos vá, aos poucos, dando lugar ao novo céu e à nova terra que Deus quer oferecer a todos.
            A segunda leitura recorda-nos que a vida nesta terra, marcada pela finitude e pela transitoriedade, deve ser vivida como uma peregrinação ao encontro de Deus, da vida definitiva. O cristão deve estar consciente de que o Reino de Deus (de que fala o Evangelho de hoje), embora já presente na nossa actual caminhada pela história, só atingirá a sua plena maturação no final dos tempos, quando todos os homens e mulheres se sentarem à mesa de Deus e receberem de Deus a vida que não acaba. É para aí que devemos tender, é essa a visão que deve animar a nossa caminhada.

Fontes:
Ecclesia
SDPL viseu

sábado, 16 de junho de 2012

Um amigo

Há pessoas que com
uma só palavra
despertam ilusões
e roseirais;
que com um mero sorriso nos olhos
nos convidam a viajar
por outras terras,
nos dão a conhecer toda a 
magia do mundo.
Há pessoas que com 
Um mero toque
Quebram a solidão, 
põem a mesa, servem um banquete
e colocam grinaldas;
que com uma simples viola
fazem uma sinfonia caseira
Há pessoas a quem basta
Abrir a boca
Para tocar nos confins da alma,
Alimentar uma flor,
Inventar sonhos,
Fazer cantar o vinho nas pipas,
Como se fossem a coisa mais simples do mundo.
E assim vamos de braço dado 
Com a vida,
Desterrando uma morte solitária,
Pois sabemos que ao virar da esquina
Há pessoas assim,
Tão necessárias. 

Musica: 

Um amigo é um bem, 

Um tesouro que se tem. 

São as luzes das estrelas, 

Que nos guiam mais além. 



São momentos bons e maus 

Nesta vida percorrida. 

Digo mais, não vos trocava 

Por nada desta vida. 

Ana Margarida 

Vogal Mariana

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Amizade

Um dos sentimentos mais importantes na vida de um ser humano é a amizade. Os amigos são o melhor que podemos ter na vida. São as pessoas com quem sabemos que podemos contar sempre independentemente dos erros que cometemos. São eles que vão estar sempre a nosso lado e de braços abertos para nos receberem mesmo que um dia lhe tivéssemos virado as costas. Um amigo é alguém que apesar de não ser do nosso sangue já pertence a família. É alguém que vai estar sempre disposto para nos ajudar e que vai festejar connosco as nossas vitórias e chorar também as nossas derrotas. Um amigo é aquele que depois de uma queda e de todos nos terem virado as costas vai estar lá para nos ajudar a levantar.Com uma pessoa amiga ao nosso lado a nossa vida não é feita de tristeza mas sim de alegria.
Por isso que hoje e sempre agradeça-mos a Deus pelos amigos que Ele nos concedeu.


“Um abraço com ternura
De amizade verdadeira
É belo enquanto dura,
Por vezes a vida inteira!
Acalma muita saudade
E transmite emoções,
Um abraço de amizade
Aproxima os corações!” 







Inês Lopes,
Vogal de Caridade e Missão

domingo, 10 de junho de 2012

X Domingo do Tempo Comum | 10.06.2012

Neste 10º Domingo do Tempo Comum, a Palavra de Deus leva-nos a meditar sobre a nossa resposta de vida ao projecto de Deus para nós, na liberdade de optar pelo bem e pelo mal.
O Evangelho centra o nosso olhar na pessoa de Jesus, que os seus conterrâneos, entre eles tantos familiares, não aceitaram como enviado de Deus e não perceberam, até se opuseram, à vontade de Deus revelada em Jesus. Na caminhada da fé, cada um é livre de optar: ou ficar pelos dispersos sentidos de vida, ou permanecer na única família de Jesus, de «quem quiser fazer a vontade de Deus».
A segunda leitura realça que, para o cristão, viver só faz sentido na certeza da ressurreição, na caminhada de vida interior que se renova dia a dia em perspcetiva da etermidade.
Neste horizonte neo-testamentário, meditemos em particular a primeira leitura que nos mostra, recorrendo à história mítica de Adão e Eva, o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos caminhos de egoísmo, de orgulho e de auto-suficiência… Viver à margem de Deus leva, inevitavelmente, a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.

Fontes:
Ecclesia
SDPLViseu

sábado, 2 de junho de 2012

Arriscar é viver


         É preciso correr riscos, todos dizemos isto, no entanto quantas são as pessoas que correm riscos na vida? - Só percebemos realmente, o que é viver, quando o inesperado acontece.
Todos os dias há um momento onde se pode mudar tudo aquilo que nos deixa infelizes, mas todos os dias o ignoramos,em vez de mudar-mos, preferimos lamentar-nos que a vida nos corre mal, que nao temos sorte com a vida, mas será que somos nós que nao temos sorte, ou será a sorte que nao tem sorte connosco?
Quem presta atenção ao seu dia descobre um instante mágico, que pode estar escondido no momento em que colocamos a chave na porta, no silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem ser iguais.                Esse momento existe, mas preferimos ignora-lo.
Costuma-se dizer, ás vezes a felicidade é uma bênção, mas geralmente é uma conquista, este instante mágico ajuda-nos a concretizar os nossos sonhos, podendo assim sentirmo-nos felizes. Sofremos, passamos por momentos difíceis, e enfrentamos imensas desilusões, tudo nos marca, mas tambem tudo é passageiro, devemos acreditar que tudo tem uma razão para acontecer.
              Quando corremos riscos, no futuro olhamos para trás e pensamos que tudo o que passámos valeu a pena, mas e aqueles que tiveram tanto medo, que nao correram nenhum risco, que irão pensar ou sentir? – Ouvem o coração dizer “enterraste os talentos que o teu mestre te deu, porque tinhas medo de perde-los”. A tua herança está completa, apenas é diferente daquela que esperavas. Prestemos atenção à criança que fomos outrora, porque ela entende os instantes mágicos, além disso se não perdermos esse contacto, não perdemos o contacto com a vida.
Ao correr riscos somos Corajosos , porque ate esses tem medo, mas o que faz de alguém corajoso é não deixar que o medo nos faça parar.



Inês Vermelho
Secretária

domingo, 27 de maio de 2012

Solenidade do Pentecostes | 27.05.2012

             O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.
            O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.
              Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
              Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.



Fontes:
Ecclesia 
SDPLviseu 

sábado, 19 de maio de 2012

Texto de opinião nº11


Entrou nas nossas casas á algum tempo, faz-nos ficar bastante preocupados, escreve-se apenas com 5 letras e chama-se CRISE.
Não, não vou falar da crise, porque dela ouvimos falar todos os dias e a quase toda hora nas televisões, no rádio, nos jornais e revistas que por vezes até chateia. Vou antes falar de uma coisa que muitos de nós nos esquecemos quando passamos a vida a lamentar-nos, muitas vezes motivos que para nós parecem o fim do mundo mas que no fundo não passam de meros e simples problemas. Todos os dias cada um de nós se levanta cedo para ir para a escola ou para ir trabalhar mas não agradecemos a Deus o facto de estarmos VIVOS. Cada novo dia, deve ser encarado de uma forma positiva, vivendo-o assim como se fosse último. Por muito que a nossa vida pareça monótona, devemos sim aproveitá-la da melhor maneira possível. É certo que por vezes nos são colocadas barreiras no nosso caminho e que nos fazem encarar a vida de uma forma negativa, mas sempre ouvi dizer que se Deus nos coloca barreiras no caminho é porque sabe que somos fortes e que as vamos conseguir ultrapassar.
Mas onde é que surge a palavra crise no meio de todo este discurso de viver a vida? Uma das grandes barreiras das famílias é sem dúvida a crise. A falta de dinheiro levou a que muitas pessoas ficassem desempregadas, com carências económicas e alimentares, entre muitas outras necessidades. Talvez se deva a esta palavra o grande desânimo vivido pelas pessoas em geral. E é a partir desta frase que quero deixar a minha palavra de “conforto”. Mesmo passando por dificuldades (que não são meras dificuldades) devemos “tirar proveito até ao fim da corrida, pôr-nos de pé e gritar bem alto” que estamos vivos, devemos-nos sentir felizes por termos um lugar para viver, uma família para nos amar e uma estrela para nos ajudar a caminhar- Deus.

(…)
Mais um dia, mais um mês, mais um ano
 Pouco a pouco, de repente o tempo voa 
Estamos cá e amanhã estivemos 
Perdemos tempo, lamentamos e queixamos 
Acordamos mal dispostos sem vontade e nada fizemos 
Life's a bitch and then you die 
Aproveita, não te queixes, dá graças ao que tens 
Há quem nada tenha 
Damos tanta importância a coisas que nada importam 
De repente alguém nos deixa e vemos que temos senha
 Estamos todos na mema fila, não sabemos o nosso nome 
Nada é certo, amanhã pode não chegar
 Tão fácil falar o que é difícil é fazer
 E quando as coisas não tão bem podem piorar

(Refrão) 
Ei! Vive a vida 
Tira proveito até ao fim da corrida 
Põe-te de pé e grita bem alto 
Eu estou vivo e vou viver a vida!

Vive a vida 
Tira proveito até ao fim da corrida 
Põe-te de pé e grita bem alto
 Eu estou vivo e vivo!
(…)
Boss Ac- “Estou Vivo”

Margarida Lourenço,
Tesoureira  

Solenidade da Ascensão | 19.05.2012

              A Solenidade da Ascensão de Jesus que hoje celebramos sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projecto libertador de Deus para os homens e para o mundo. 
             No Evangelho, Jesus ressuscitado aparece aos discípulos, ajuda-os a vencer a desilusão e o comodismo e envia-os em missão, como testemunhas do projecto de salvação de Deus. De junto do Pai, Jesus continuará a acompanhar os discípulos e, através deles, a oferecer aos homens a vida nova e definitiva. 
             Na primeira leitura, repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projecto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus - a mesma vida que espera todos os que percorrem o mesmo "caminho" que Jesus percorreu. Quanto aos discípulos: eles não podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante; mas têm de ir para o meio dos homens continuar o projecto de Jesus. 
          A segunda leitura convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro dessa "esperança" de mãos dadas com os irmãos - membros do mesmo "corpo" - e em comunhão com Cristo, a "cabeça" desse "corpo". Cristo reside no seu "corpo" que é a Igreja; e é nela que se torna hoje presente no meio dos homens.


Fontes:
Ecclesia 
SDPL Viseu

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Texto de opinião nº10


De uma maneira espontânea e natural, surge em nós o desejo de conviver com a Mãe de Deus, que é também nossa mãe; de conviver com Ela como se convive com uma pessoa viva, porque sobre Ela não triunfou a morte; está em corpo e alma junto a Deus Pai, junto a seu Filho, junto ao Espírito Santo. Assim, Maio, mês dedicado a Nossa Senhora, pela piedade cristã, é um convite para voltarmos o nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-lhe que abra as mãos maternas em bênção de carinho sobre os nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

Por isso, que neste mês lhe demos uma atenção especial na medida em que louvemos todos os seus santos feitos.

Música:
Tantas coisas nesta vida
Nos oferecem plenitude
E não são mais que mentiras
Que desgastam a inquietude
Tu encheste a minha vida
Ao querer-me de verdade
 Eu queria boa mãe, amar-te mais

No silêncio escutavas
A palavra de Jesus
E fazias tom de vida
Meditando em Teu interior
A semente que caiu
 Já germina, já está em flor
 Com o coração em festa, cantarei:

Avé Maria, Avé Maria
Avé Maria, Avé Maria.


Sara Lourenço, 
Vogal de Caridade

sábado, 5 de maio de 2012

texto de opinião


Mãe de Jesus e minha Mãe.
Tenho grandes desejos no meu coração.
Quero viver para Cristo.
Ajuda-me a vencer o desânimo.
Ajuda-me a ser mais forte do que tudo aquilo
Que parece levar-me ao fracasso.
Ajudar-me a acreditar que ‘’nada é impossível a Deus’’
Confio a ti tudo aquilo que me está a ameaçar.
Cura-me dos pecados e das fraquezas,
Liberta-me da derrota e do erro,
Protege-me do que ameaça a saúde e a vida.
Confio-te aqueles que enfrentam o desemprego,
A fome e o medo perante o futuro.
Confio-te a vocação de cada homem e mulher
Faz com que a vida de cada um de nos
Dê frutos de santidade. Ámen.



Musica:
Olho em tudo e sempre encontro a Ti, 
estás no céu, na terra aonde for. 
Em tudo o que acontece,
 encontro o Teu amor;
 já não se pode mais deixar de crer no Teu amor.

É impossível eu não crer em Ti, 
é impossível eu não Te encontrar,
é impossível não fazer de Ti meu ideal, meu ideal…
É impossível eu não crer em Ti 
é impossível eu não Te encontrar, 
é impossível não fazer de Ti meu ideal! (bis)

Bruno Chambel,
Vogal de Liturgia  

domingo, 29 de abril de 2012

IV Domingo da Páscoa | 29.04.2012

            O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe, hoje, à nossa reflexão.
          O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.
          A primeira leitura afirma que Jesus é o único Salvador, já que “não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (neste “Domingo do Bom Pastor” dizer que Jesus é o “único salvador” equivale a dizer que Ele é o único pastor que nos conduz em direcção à vida verdadeira). Lucas avisa-nos para não nos deixarmos iludir por outras figuras, por outros caminhos, por outras sugestões que nos apresentam propostas falsas de salvação.
        Na segunda leitura, o autor da primeira Carta de João convida-nos a contemplar o amor de Deus pelo homem. É porque nos ama com um “amor admirável” que Deus está apostado em levar-nos a superar a nossa condição de debilidade e de fragilidade. O objectivo de Deus é integrar-nos na sua família e tornar-nos “semelhantes” a Ele.


Fontes:
Ecclesia
SDPLViseu

sábado, 21 de abril de 2012

III Domingo da Páscoa | 22.04.2012


Jesus ressuscitou verdadeiramente? Como é que podemos fazer uma experiência de encontro com Jesus ressuscitado? Como é que podemos mostrar ao mundo que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação? É, fundamentalmente, a estas questões que a liturgia do 3° Domingo da Páscoa procura responder.


O Evangelho assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial - no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço - que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. Depois desse "encontro", os discípulos são convidados a dar testemunho de Jesus diante dos outros homens e mulheres.


A primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Depois de terem mostrado, em gestos concretos, que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação, Pedro e João convidam os seus interlocutores a acolherem a proposta de vida que Jesus lhes faz.


A segunda leitura lembra que o cristão, depois de encontrar Jesus e de aceitar a vida que Ele oferece, tem de viver de forma coerente com o compromisso que assumiu D Essa coerência deve manifestar-se no reconhecimento da debilidade e da fragilidade que fazem parte da realidade humana e num esforço de fidelidade aos mandamentos de Deus.

Fontes:
Ecclesia
SDPL Viseu 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Texto de Opinião #8

Parece que chegou a minha vez de escrever o famoso texto de opinião, confesso que tinha receio de escrever. Mas enquanto estava a ver umas imagens na Internet, vi uma que me chamou a atenção e que me fez pensar “é isto mesmo, já tenho um tema agora basta desenvolver” e fazer mesmo que é suposto, dar a minha opinião.

A frase é “Acredita…. A tua vida só vai começar a dar certo quando parares de pensar que tudo vai dar errado” , isto fez-me pensar no porquê, de as pessoas desistirem ao primeiro obstáculo que lhes aparece.

Se pensarmos bem temos de ver sempre o lado positivo, não podemos pensar “ e se…”, temos que retirar os “se” negativos da nossa vida, temos que agir de forma diferente, temos que vencer o nosso lado que quer desistir e conquistar o nosso melhor lado, o lado “vencedor”. Vencer as nossas dificuldades e ajudar o próximo, tem que ser o nosso objetivo, no meio disto onde podemos encontramos Deus?! Acredito que se Deus nos mete alguma dificuldade no meio é porque sabe que a conseguimos superar. Assim tem que ser, não podemos pensar em desistir, temos que lutar para conquistar, estes obstáculos servem para vermos o quanto somos fortes e o quanto precisamos de Deus, temos que pensar n’Ele também. Se gostamos que Deus nos ajude sempre porquê não o ajudamos também?! Deus só pede um bocadinho do nosso tempo e nós pedimos muitas vezes coisas que não são necessárias para o nosso bem-estar. Em vez de agradecermos o que Ele nos dá todos os dias, nós continuamos a pedir cada vez mais e mais, mas Deus não nós dá as coisas para a mão, só nós dá um empurrãozinho para alcançarmos as nossas metas. Se começarmos a seguir as suas pisadas vamos ver que tudo vai dar certo e vamos deixar de pensar que tudo vai dar errado.

Vamos estar vivos e com força de viver, sabemos o nosso valor, sabemos o quanto Deus nos ajuda. Vamos então arranjar mais tempo para falar com Deus e agradecer a sua ajuda na nossa vida.~


Ana Cláudia Correia,

Vogal de Imprensa