sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
JMV | Texto de Opinião
XVII Domingo do Tempo Comum | 29.07.2012
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
"Eu e a deficiência"
domingo, 8 de julho de 2012
XIV Domingo do Tempo Comum | 8.07.2012
Na segunda leitura, Paulo assegura aos cristãos de Corinto (recorrendo ao seu exemplo pessoal) que Deus actua e manifesta o seu poder no mundo através de instrumentos débeis, finitos e limitados. Na acção do apóstolo – ser humano, vivendo na condição de finitude, de vulnerabilidade, de debilidade – manifesta-se ao mundo e aos homens a força e a vida de Deus.
O Evangelho, ao mostrar como Jesus foi recebido pelos seus conterrâneos em Nazaré, reafirma uma ideia que aparece também nas outras duas leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na fragilidade. Quando os homens se recusam a entender esta realidade, facilmente perdem a oportunidade de descobrir o Deus que vem ao seu encontro e de acolher os desafios que Deus lhes apresenta.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Viver a vida
Mas sei também, que na vida, o mais importante é não nos deixarmos abalar. Ficar triste?
Sim, mas por pouco tempo. Pois a vida é feita de obstáculos, muitas vezes insuperáveis, mas para tudo se tem uma saída, vivendo, aprendendo e crescendo acima de tudo.
Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões, a dor, o mal, a crueldade do mundo, que por vezes fazem a nossa vida infeliz e sem sentido.
Pois há o outro lado...
O amor, a amizade, o perdão, acordar e saber que não estamos sozinhos, um simples olhar, um simples sorriso, uma simples palavra de carinho, de aconchego.
"A vida são dois dias, o de ontem já passou e o de hoje está a acabar. Amanhã está no incerto. Aproveitem cada nova oportunidade."domingo, 17 de junho de 2012
XI Domingo do Tempo Comum | 17.06.2012
Na primeira leitura, o profeta Ezequiel assegura ao Povo de Deus, exilado na Babilónia, que Deus não esqueceu a Aliança, nem as promessas que fez no passado. Apesar das vicissitudes, dos desastres e das crises que as voltas da história comportam, Israel deve continuar a confiar nesse Deus que é fiel e que não desistirá nunca de oferecer ao seu Povo um futuro de tranquilidade, de justiça e de paz sem fim.
O Evangelho apresenta uma catequese sobre o Reino de Deus – essa realidade nova que Jesus veio anunciar e propor. Trata-se de um projecto que, avaliado à luz da lógica humana, pode parecer condenado ao fracasso; mas ele encerra em si o dinamismo de Deus e acabará por chegar a todo o mundo e a todos os corações. Sem alarde, sem pressa, sem publicidade, a semente lançada por Jesus fará com que esta realidade velha que conhecemos vá, aos poucos, dando lugar ao novo céu e à nova terra que Deus quer oferecer a todos.
A segunda leitura recorda-nos que a vida nesta terra, marcada pela finitude e pela transitoriedade, deve ser vivida como uma peregrinação ao encontro de Deus, da vida definitiva. O cristão deve estar consciente de que o Reino de Deus (de que fala o Evangelho de hoje), embora já presente na nossa actual caminhada pela história, só atingirá a sua plena maturação no final dos tempos, quando todos os homens e mulheres se sentarem à mesa de Deus e receberem de Deus a vida que não acaba. É para aí que devemos tender, é essa a visão que deve animar a nossa caminhada.
sábado, 16 de junho de 2012
Um amigo
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Amizade
Por isso que hoje e sempre agradeça-mos a Deus pelos amigos que Ele nos concedeu.
domingo, 10 de junho de 2012
X Domingo do Tempo Comum | 10.06.2012
O Evangelho centra o nosso olhar na pessoa de Jesus, que os seus conterrâneos, entre eles tantos familiares, não aceitaram como enviado de Deus e não perceberam, até se opuseram, à vontade de Deus revelada em Jesus. Na caminhada da fé, cada um é livre de optar: ou ficar pelos dispersos sentidos de vida, ou permanecer na única família de Jesus, de «quem quiser fazer a vontade de Deus».
A segunda leitura realça que, para o cristão, viver só faz sentido na certeza da ressurreição, na caminhada de vida interior que se renova dia a dia em perspcetiva da etermidade.
Neste horizonte neo-testamentário, meditemos em particular a primeira leitura que nos mostra, recorrendo à história mítica de Adão e Eva, o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos caminhos de egoísmo, de orgulho e de auto-suficiência… Viver à margem de Deus leva, inevitavelmente, a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.
sábado, 2 de junho de 2012
Arriscar é viver
domingo, 27 de maio de 2012
Solenidade do Pentecostes | 27.05.2012
O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.
Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
sábado, 19 de maio de 2012
Texto de opinião nº11
Solenidade da Ascensão | 19.05.2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Texto de opinião nº10
Música:
Tantas coisas nesta vida
Nos oferecem plenitude
E não são mais que mentiras
Que desgastam a inquietude
Tu encheste a minha vida
Ao querer-me de verdade
Eu queria boa mãe, amar-te mais
No silêncio escutavas
A palavra de Jesus
E fazias tom de vida
Meditando em Teu interior
A semente que caiu
Já germina, já está em flor
Com o coração em festa, cantarei:
Avé Maria, Avé Maria
Avé Maria, Avé Maria.
sábado, 5 de maio de 2012
texto de opinião
domingo, 29 de abril de 2012
IV Domingo da Páscoa | 29.04.2012
domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
III Domingo da Páscoa | 22.04.2012
Jesus ressuscitou verdadeiramente? Como é que podemos fazer uma experiência de encontro com Jesus ressuscitado? Como é que podemos mostrar ao mundo que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação? É, fundamentalmente, a estas questões que a liturgia do 3° Domingo da Páscoa procura responder.
O Evangelho assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial - no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço - que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. Depois desse "encontro", os discípulos são convidados a dar testemunho de Jesus diante dos outros homens e mulheres.
A primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Depois de terem mostrado, em gestos concretos, que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação, Pedro e João convidam os seus interlocutores a acolherem a proposta de vida que Jesus lhes faz.
A segunda leitura lembra que o cristão, depois de encontrar Jesus e de aceitar a vida que Ele oferece, tem de viver de forma coerente com o compromisso que assumiu D Essa coerência deve manifestar-se no reconhecimento da debilidade e da fragilidade que fazem parte da realidade humana e num esforço de fidelidade aos mandamentos de Deus.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Texto de Opinião #8
Parece que chegou a minha vez de escrever o famoso texto de opinião, confesso que tinha receio de escrever. Mas enquanto estava a ver umas imagens na Internet, vi uma que me chamou a atenção e que me fez pensar “é isto mesmo, já tenho um tema agora basta desenvolver” e fazer mesmo que é suposto, dar a minha opinião.

A frase é “Acredita…. A tua vida só vai começar a dar certo quando parares de pensar que tudo vai dar errado” , isto fez-me pensar no porquê, de as pessoas desistirem ao primeiro obstáculo que lhes aparece.
Se pensarmos bem temos de ver sempre o lado positivo, não podemos pensar “ e se…”, temos que retirar os “se” negativos da nossa vida, temos que agir de forma diferente, temos que vencer o nosso lado que quer desistir e conquistar o nosso melhor lado, o lado “vencedor”. Vencer as nossas dificuldades e ajudar o próximo, tem que ser o nosso objetivo, no meio disto onde podemos encontramos Deus?! Acredito que se Deus nos mete alguma dificuldade no meio é porque sabe que a conseguimos superar. Assim tem que ser, não podemos pensar em desistir, temos que lutar para conquistar, estes obstáculos servem para vermos o quanto somos fortes e o quanto precisamos de Deus, temos que pensar n’Ele também. Se gostamos que Deus nos ajude sempre porquê não o ajudamos também?! Deus só pede um bocadinho do nosso tempo e nós pedimos muitas vezes coisas que não são necessárias para o nosso bem-estar. Em vez de agradecermos o que Ele nos dá todos os dias, nós continuamos a pedir cada vez mais e mais, mas Deus não nós dá as coisas para a mão, só nós dá um empurrãozinho para alcançarmos as nossas metas. Se começarmos a seguir as suas pisadas vamos ver que tudo vai dar certo e vamos deixar de pensar que tudo vai dar errado.
Vamos estar vivos e com força de viver, sabemos o nosso valor, sabemos o quanto Deus nos ajuda. Vamos então arranjar mais tempo para falar com Deus e agradecer a sua ajuda na nossa vida.~
Ana Cláudia Correia,
Vogal de Imprensa








