quarta-feira, 23 de junho de 2010

Estão abertas as inscrições para a peregrinação a Taizé

Dirigida preferencialmente a Jovens entre os 15 e os 30 anos, a peregrinação a Taizé pode ser uma oportunidade para aprofundar a vivência espiritual e para trocar experiências com os milhares de jovens de todo o mundo que lá se reúnem para rezar durante uma semana.

As inscrições estão abertas até ao final de Junho, com um custo de 140 €.

Mais informações pefolgado@gmail.com

terça-feira, 22 de junho de 2010

Para reflectir...

3ª feira, 22/Junho – Mateus 7, 6-14

Jesus apresenta um caminho, uma porta estreita, exigente. Mas haverá outro? É tão claro que o mundo anda doente, quando cai no facilitismo e na falta de qualidade…


terça-feira, 6 de abril de 2010

Fátima Jovem 2010 | "Uma directa com Maria"



A Peregrinação Nacional dos Jovens ou Fátima Jovem terá início com um concerto pela Banda Jota e, à noite, depois do terço e da procissão de velas, decorrerá nos espaços do Centro Paulo VI com uma proposta alargada de iniciativas: a vigília decorrerá em três momentos, intercalados com um concerto de oração, espaço permanente de cinefórum e uma Capela aberta para a Reconciliação Sacramental ou simplesmente encontro dos jovens com sacerdotes disponíveis para o diálogo.

Um espaço Lounge com música ambiente e serviço de alimentação também estará aberto toda a noite.


De madrugada, será a visita à Capelinha das Aparições com um momento de oração original, intitulado «Feliz dia da Mãe, Maria».

Termina a Peregrinação com a Eucaristia na Basílica, junto do túmulo dos Pastorinhos.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Quaresma 2010


PASSO A REZAR: leva contigo a tua oração


O http://www.passo-a-rezar.net/é o novo site onde podes fazer download gratuito de 10 minutos de oração diariamente e levares contigo a tua oração em formato mp3 para rezares onde e quando quiseres. A partir de 17 de Fevereiro.

A marcar o início da Quaresma, e na preparação da vinda do Papa a Portugal, o projecto inspira-se no que os jesuítas lançaram há cinco anos, em Inglaterra – o “pray-as-you-go” é por cá o “passo a rezar” e vai disponibilizar na Internet uma oração diária, de segunda a sexta-feira.

Francisco Martins é um dos promotores desta iniciativa do Apostolado da Oração, que propõe aos portugueses que aproveitem melhor o tempo em que se deslocam para trabalhar ou estudar.

“Aproveitar estes tempos de trânsito para rezar é uma oportunidade única e o «passo-a-rezar» quer servir aí as pessoas”, explica.

Lançado no início da Quaresma, o projecto pretende também ajudar os portugueses a prepararem-se melhor para receber o Papa, em Maio: “O que estamos a propor aos portugueses é que também preparem, interiormente, a visita do Papa Bento XVI a Portugal”, afirma o jesuíta Francisco Martins.

O site “passo-a-rezar.net” é lançado esta quarta-feira. O projecto conta com a colaboração das rádios do grupo Renascença (Renascença, RFM, MEGA Hits e Sim).

I Domingo da Quaresma | 21.02.10


No início da Quaresma, a Palavra de Deus apela a repensar as nossas opções de vida e a tomar consciência dessas “tentações” que nos impedem de renascer para a vida nova, para a vida de Deus.

A primeira leitura convida-nos a eliminar os falsos deuses em quem às vezes apostamos tudo e a fazer de Deus a nossa referência fundamental. Alerta-nos, na mesma lógica, contra a tentação do orgulho e da auto-suficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte.

O Evangelho apresenta-nos uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espectaculares que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus.

A segunda leitura convida-nos a prescindir de uma atitude arrogante e auto-suficiente em relação à salvação que Deus nos oferece: a salvação não é uma conquista nossa, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois, “converter-se” a Jesus, isto é, reconhecê-l’O como o “Senhor” e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus nos propõe.
Farol de Luz; A Caminho

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ADEUS





O Carnaval é uma festa que, não sendo de origem cristã, está enquadrada no calendário festivo da Igreja.

As raízes do Carnaval são múltiplas: judaicas – pagãs – cristãs. Todas acentuam o convívio humano em todos os lugares e em todos os tempos.

Por detrás desta festa divertida e mundana está aquela sabedoria do ritmo do tempo descrito na Bíblia: “Para tudo há um tempo e um tempo para cada coisa debaixo do céu: tempo para nascer e tempo para morrer, tempo para plantar e tempo para arrancar o plantio… tempo para chorar e tempo para rir, tempo para se lamentar e tempo para dançar” (Ecl 3, 1-4).

Não acontece tudo ao mesmo tempo; o homem precisa de um certo ritmo, primeiro através da criação e depois através da história que a fé representa ao longo do ano, através da cultura…; mas a alegria e o simbolismo sempre estiveram presentes. O Carnaval foi-se transformando em cada período histórico, com características cada vez mais diferentes. Perdeu um certo ritual de magia e de fantástico para se tornar em coisa nenhuma, a não ser muitas vezes um espectáculo de mau gosto – naturalmente expressão da sociedade do vazio em que vivemos. O comércio presta-lhe as honras com as máscaras e os mascarados. O Carnaval tornou-se uma “liturgia” da liberdade de expressão cultural, de crítica social, da libertinagem e da irresponsabilidade.

Porém, com máscaras e mascarados, fazemos a vida quotidiana ao longo do ano. Por isso a Igreja, perante ritmos de vida tão descolorida, marca a diferença e propõe um tempo com atitudes diferentes e fazendo do Carnaval (traduzido do latim “carne vale” = “adeus à carne”) um ‘Adeus” à carne, para uma abstinência, para uma moderação na comida e na bebida com o sentido da partilha e da solidariedade, da mudança de atitudes. Somos convidados à conversão, aprofundando o que é que se esconde por detrás dos nossos hábitos, das nossas boas maneiras, das nossas aparências, das nossas máscaras, verificando se vivemos segundo os critérios do Evangelho que nos valorizam e enriquecem.

Da dispersão em que andamos na engrenagem impiedosa das múltiplas ocupações, tão atarefados, somos convidados a fazer da Quaresma um tempo e um espaço de deserto, de silêncio, de paz, para que façamos esforço de interiorização, de reflexão pessoal e quanto possível na família. Aliás, é esta a proposta que nas reuniões de pais dos jovens que andam na catequese lhes apresentamos com a Caminhada Quaresmal para a Páscoa. É um tempo em que Cristo Jesus nos convida para uma vida nova. É tempo de nos voltarmos para Deus que nos ama, que nos salva por Seu Filho. A Família a Caminho da Vida.

Digamos adeus ao Carnaval e comecemos um tempo novo, para uma vida nova.



P. Batalha

Farol de Luz

sábado, 13 de fevereiro de 2010

VI Domingo do Tempo | 14.2.10


A Palavra de Deus que nos é proposta neste domingo leva-nos a reflectir sobre o protagonismo que Deus e as suas propostas têm na nossa existência.

A primeira leitura põe frente a frente a auto-suficiência daqueles que prescindem de Deus e escolhem viver à margem das suas propostas, com a atitude dos que escolhem confiar em Deus e entregar-se nas suas mãos. O profeta Jeremias avisa que prescindir de Deus é percorrer um caminho de morte e renunciar à felicidade e à vida plenas.

O Evangelho proclama “felizes” esses que constroem a sua vida à luz dos valores propostos por Deus e infelizes os que preferem o egoísmo, o orgulho e a autosuficiência. Sugere que os preferidos de Deus são os que vivem na simplicidade, na humildade e na debilidade, mesmo que, à luz dos critérios do mundo, eles sejam desgraçados, marginais, incapazes de fazer ouvir a sua voz diante do trono dos poderosos que presidem aos destinos do mundo.

A segunda leitura, falando da nossa ressurreição – consequência da ressurreição de Cristo –, sugere que a nossa vida não pode ser lida exclusivamente à luz dos critérios deste mundo: ela atinge o seu sentido pleno e total quando, pela ressurreição, desabrocharmos para o Homem Novo. Ora, isso só acontecerá se não nos conformarmos com a lógica deste mundo, mas apontarmos a nossa existência para Deus e para a vida plena que Ele tem para nós.


Farol de Luz; A Caminho


sábado, 30 de janeiro de 2010

QUE LUGAR TEM A BÍBLIA NA MINHA VIDA?


Escola Paroquial será só as sessões que estamos a fazer à 6ª feira, de Janeiro à Páscoa ? – De certa maneira é, pelo sentido estrito que damos a estas sessões. Porém, a nossa aprendizagem cristã, em princípio, começa na Família, é a escola familiar. É aí que devemos dar os primeiros passos. Mas para além da escola familiar podemos nomear outros meios, tais como a Catequese da paróquia, os diversos Grupos ou Movimentos; com as suas diversas actividades. Tudo isso contribui para podermos crescer em sabedoria e em graça diante de Deus e dos homens ou seja tornar-nos cristãos adultos comprometidos. E quando sabemos aproveitar o que nos acontece no dia a dia meditando à luz da Fé, também a vida é uma grande escola.

Em todas estas “escolas” quais são os livros que nos orientam na instrução ?

- A resposta é simples e clara: A BÍBLIA.

Pretende-se levar os cristãos e as comunidades a assumir a Palavra de Deus como luz para a vida: alimento da oração, formação da comunidade e sustento da missão. Por isso, como verificais, tudo concorre neste mesmo sentido. A Escola Paroquial é toda ela à base da Bíblia. Vêmais adiante. Tem como lema “A Palavra de Deus chama e envia”.

Já nesta mesma direcção aconteceu “A Visitação da Palavra Peregrina” às nossas terras, ruas e famílias… a nossa Catequese das paróquias é marcadamente bíblica com os Catecismos: Litúrgico (2ºe 3º anos), “o Pão da Vida” no 4ºano a preparar a Primeira Comunhão, “Vem Espírito Santo” a preparar para o Crisma; e para todos a recomendação do “Cantinho da Bíblia”,distribuindo semanalmente o “Marcador”com sugestão de leitura para cada dia… e o “Farol” com as leituras do domingo.

Muitas são as famílias que já têm a Bíblia em casa, mas não basta tê-la. É preciso tê-la em lugar próprio – chamemo-lo Cantinho da Bíblia – e venerá-la, lendo-a, rezando com ela. Porque “desconhecer a Bíblia é desconhecer Jesus Cristo”, diz-nos S. Jerónimo.

Só nos podemos dizer cristãos se nos afeiçoarmos à Palavra de Deus. Se a Bíblia é o livro por excelência do Povo de Deus, devemos dar-lhe um lugar de relevo na nossa vida. Se nos afeiçoarmos à Palavra de Deus, vamos descobrindo os valores, os ideais, os critérios de acção, e as atitudes que nos vão identificando com Cristo

Os frades Capuchinhos têm sido os grandes impulsionadores do Movimento Bíblico em Portugal, promovendo Semanas Bíblicas, Cursos Bíblicos, Retiros Bíblicos, Dias Bíblicos, publicações bíblicas, a revista “BIBLICA”, Grupos Bíblicos, Encontros dos Grupos Bíblicos, etc… Que lugar tem a Palavra de Deus, na tua casa, na tua família, na tua vida ?


P. Batalha

CRUCIFIXO DO HAITI – Ergue a Solidariedade de Deus


Peregrina, por todo o mundo da comunicação social, o Crucifixo da catedral do Haiti. Dos escombros que sepultaram o Bispo e quantos outros ergue-se ileso o Crucifixo, a dizer: aqui estou crucificado a dizer que estou convosco e partilho do vosso sofrimento. Faz-nos trazer à memória a imagem daquele adolescente que, ao fim de 8 dias, ao sair dos escombros diz que foi Deus que o salvou. Deus ergue-se na cruz como sinal de solidariedade e de braços abertos, como que a dizer: Tende Fé e Esperança…estou convosco!

Porque é que tanta gente vive como se Deus não existisse ?!

O homem sem Deus é um homem perdido e desorientado; e quantas vezes exasperado !…

Em que é que isto se vê ?

Temos aí a crise da sociedade. É uma crise que antes de ser económica e financeira, ela é uma crise de valores. Se estes fossem vividos, os comportamentos humanos seriam diferentes. É a febre de ter mais, ter muito e mostrar que se tem mais que outros. Essa ganância cega de satisfazer todos os desejos materiais afasta-nos das realidades espirituais. Assim Deus não conta e a indiferença religiosa tenta apagar do horizonte os valores que disciplinam e regem a harmonia, o equilíbrio e a paz.

Cultiva-se o individualismo, promove-se a libertação sexual que é libertinagem, cultiva-se a satisfação insaciável dos instintos, o desprezo pela instituição familiar com a escandalosa facilidade do divórcio.

Por isso, em vez da alegre partilha impera o narcisismo de auto-idolatria; em vez do sentido comunitário e do bem comum, prolifera o individualismo de acumular riquezas exibicionistas; em vez da solidariedade cultiva-se a competição e a agressividade; em vez da partilha comunitária promove-se o consumismo supérfluo.

Assim Deus é um incómodo, um empecilho e convém que Ele não exista; daí os indiferentes e agnósticos e toda essa guerra aos símbolos religiosos. O Cardeal Patriarca, há dias, no Fórum “Pensar a Escola. Preparar o Futuro” disse: “A guerra aos símbolos religiosos na Europa é um sinal preocupante

Contra a degradação dos valores morais, o povo italiano revoltou-se e uniu-se. Está a fazer frente à União Europeia. Está-se a travar uma campanha de colocar de novo os crucifixos em todo o país – precisamente o contrário do que os juízes de Estrasburgo pretendiam. Tony Blair, Primeiro Ministro inglês, numa entrevista diz: “A religião desempenha um papel central e único na Sociedade e para o progresso”.


Pe. Batalha