quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Jesuítas organizam encontro juvenil em Coimbra



De 4 a 6 de Setembro, em Cernache (perto de Coimbra) os jesuítas organizam mais um grande encontro de juventude intitulado afterpaul. Será a evocação do nascimento de S. Paulo, 2000 depois do seu nascimento, tal como nome desta iniciativa indica (after paul=depois de Paulo).

Estes grandes encontros da juventude ligada à companhia de Jesus e à espiritualidade inaciana nasceram por volta do ano 2000 e ganharam maior expressão com as celebrações dos 500 anos do nascimento de S. Francisco Xavier originando iniciativas de grande profundidade pastoral, novas linguagens estéticas e teológicas de indiscutível qualidade, tais como as noites inacianas (directas de peregrinação e festa), a noite XL em Lisboa), os encontros Afterxav’s, etc. inspirando posteriormente inúmeras iniciativas no âmbito da pastoral da juventude.

O Afterpaul será marcado “pela força das convicções” e à imagem de S. Paulo procurará interpelar fortemente cada um dos participantes a reforçar o seu conhecimento de Cristo e a colocar, pela positiva, o evangelho nas fronteiras, ambientes e interesses do mundo post-moderno. Do seu programa constam grandes tertúlias e debates entre a fé, ciência e cultura sobre temas tão interessantes como: “razões e desculpas para não acreditar”; “Acreditar depois de Darwin”, “Construir o futuro: causas ou negócios”; “Ser feliz: direito, conquista ou missão”. Os grandes temas do encontro são “Cristo, apresenta-se” e a “Igreja, procura-se”.

O programa prevê ainda vários painéis e testemunhos, um conjunto de variadíssimo de oficinas e workshops (Bíblia, Fé/Ateísmo; Igreja, Novas Tecnologias, Auto-conhecimento, Musica, Dança, Escultura, Questões éticas, Espiritualidade, Discernimento, Fé/Justiça, Sacramentos, Ecologia, etc.), Cine-Forum, Exposições, “after-hours” e tertúlias no bar, etc.

Destaque especial para os 2 grandes espectáculos de luz e som na abertura e encerramento, uma grande entrevista sobre o futuro e do mundo e da Igreja com o Sr. D. Carlos Azevedo, um jantar bíblico, a grande vigília de oração e para todo o espaço envolvente preparado para esta iniciativa com 2 capelas, restaurante, bar, livraria, 3 pequenos auditórios, espaço para conversas e confissões, situado no ambiente verde e bucólico do colégio entre palmeiras, lagos e ovelhas. Haverá tempos largos para o silêncio e a meditação pessoal, para a oração comunitária, para criar laços, para a conversa e o acompanhamento personalizado

O AfterPaul é aberto a todos jovens interessados (do 11º ano aos 30 anos). As inscrições podem ser feitas até ao dia 30 de Agosto. Para mais informações consulte o site www.afterpaul.com ou ainda www.essejota.net.


Agência Ecclesia

Papa lança forte mensagem ecológica

Bento XVI saúda nova sensibilidade internacional e pede uma relação «correcta» com o Ambiente




Bento XVI deixou hoje um forte apelo em favor da preservação do meio ambiente, manifestado o seu apoio aos líderes de governo e organizações internacionais que se irão reunir na próxima Conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

Para o Papa é fundamental que “a comunidade internacional e cada governo enviem os sinais certos aos seus cidadãos e consigam travar as formas prejudiciais de tratar o ambiente”.

"Os diversos fenómenos de degradação ambiental e as calamidades naturais, que a comunicação social regista várias vezes, lembram a urgência do respeito pela natureza, recuperando e valorizando na vida de cada dia uma relação correcta com o ambiente”, disse.

O Papa admitiu que estes temas estão na agenda das “autoridades e da opinião pública”, saudando o desenvolvimento de “uma nova sensibilidade, que se exprime na multiplicação de encontros, também a nível internacional.

Falando em inglês, Bento XVI disse que “os custos económicos e sociais da utilização de recursos comuns devem ser reconhecidos com transparência e suportados por aqueles que os maltratam, não por outros povos ou pelas gerações futuras”.

Na audiência geral desta Quarta-feira, em Castel Gandolfo, o Papa falou do fim das férias de Verão, dedicando a sua habitual catequese à criação. A audiência na residência pontifícia, nos arredores de Roma, teve dois momentos, sendo o último dedicado apenas a cerca de dois mil peregrinos de língua alemã.

Como habitualmente, houve também uma saudação na nossa língua, a “todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os grupos do Coral de Vila Real e de Mogi das Cruzes, desejando que esta visita ao Sucessor de Pedro fortaleça a vossa fé e vos ajude a irradiar o Amor de Deus na própria casa e na sociedade”.

Aos peregrinos de língua francesa, Bento XVI referiu que “no final deste período de férias de Verão, convido a dar graças a Deus pelo dom inestimável da criação”.

“A protecção do ambiente, a salvaguarda dos recursos da terra e do clima estão confiadas à nossa responsabilidade”, acrescentou.

Para o Papa, a resposta aos actuais desafios ambientais passa por “construir em conjunto um desenvolvimento humano integral, inspirado pelos valores da caridade e da verdade, em benefício dos povos de hoje e de amanhã”.

Bento XVI disse ainda que quando Deus é esquecido, começa a destruição da natureza. “Se é desvalorizada a relação da criatura humana com o Criador, a matéria é reduzida a possessão egoísta, o homem torna-se a «última instância» e o objectivo da existência fica reduzido a uma cansativa corrida para possuir o mais possível”.

Um Papa ecológico


Ao longo da audiência, foi citada por diversas vezes a última encíclica papal, Caritas in veritate. Nesse documento, Bento XVI diz que os projectos para um desenvolvimento humano integral "não podem ignorar os vindouros, mas devem ser animados pela solidariedade e a justiça entre as gerações, tendo em conta os diversos âmbitos: ecológico, jurídico, económico, político, cultural".

Em particular, desenvolvem-se as questões relacionadas com "as problemáticas energéticas", condenando "o açambarcamento dos recursos energéticos não renováveis por parte de alguns Estados, grupos de poder e empresas".

"A protecção do ambiente, dos recursos e do clima requer que todos os responsáveis internacionais actuem conjuntamente e se demonstrem prontos a agir de boa fé, no respeito da lei e da solidariedade para com as regiões mais débeis da terra", indica o documento.

O Papa observa que "a monopolização dos recursos naturais, que em muitos casos se encontram precisamente nos países pobres, gera exploração e frequentes conflitos entre as nações e dentro das mesmas".

Nesse sentido, prossegue, "a comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro". Por isso, Bento XVI frisa que também neste campo "há urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados".

"As sociedades tecnicamente avançadas podem e devem diminuir o consumo energético seja porque as actividades manufactureiras evoluem, seja porque entre os seus cidadãos reina maior sensibilidade ecológica. Além disso há que acrescentar que, actualmente, é possível melhorar a eficiência energética e fazer avançar a pesquisa de energias alternativas", pode ler-se.

"O açambarcamento dos recursos, especialmente da água, pode provocar graves conflitos entre as populações envolvidas", alerta ainda a Caritas in veritate.

Em finais de Julho, a Santa Sé divulgou o tema da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, desta feita intitulada "Se queres a paz, cuida da criação". O Papa fala numa crise ecológica e na necessidade de enfrentá-la globalmente.

O tema pretende fomentar uma tomada de consciência do "forte elo que existe no nosso mundo globalizado e interconectado entre salvaguarda da criação e cultivo do bem da paz", lembrando as "terríveis perspectivas que a degradação ambiental apresenta".

Segundo a apresentação do tema divulgada pela Santa Sé, "se a família humana não souber fazer frente a estes novos desafios com um renovado sentido de justiça e de equidade social e de solidariedade internacional, corre-se o risco de semear a violência entre os povos e entre as gerações presentes e futuras".

A mensagem deverá retomar as observações contidas nos números 48-51 da Encíclica, destacando a necessidade urgente de que a tutela do meio ambiente seja "um desafio para toda a humanidade".

"Trata-se do dever, comum e universal, de respeitar um bem colectivo, destinado a todos, impedindo que se possam utilizar de modo impune as diversas categorias de seres", refere a Santa Sé.

A celebração de 1 de Janeiro do próximo ano procurará "favorecer uma consciência renovada da interdependência que une entre si todos os habitantes da Terra".

"Esta consciência servirá para eliminar diversas causas de desastres ecológicos e garantir uma pronta capacidade de resposta quando esses desastres atingem povos e territórios", defende a apresentação da mensagem do Papa.




Fonte:

Agência Ecclesia

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

XV Encontro Nacional

Ficam aqui as informações para quem vai ao encontro nacional.

Dia 27 - Partida --> Carvalhal - Entroncamento - Felgueiras
Dia 31 - Chegada --> Felgueiras - Carvalhal


Encontro Nacional 2009


Amanha, dia 25, há reunião/ensaio às 21h em Alferrarede, para preparar a Celebração Penitencial do Encontro Nacional.

domingo, 23 de agosto de 2009

Abrir caminhos à harmonia


Esta semana a ACR do Patriarcado de Lisboa realiza na Casa do Oeste a sua 34ª Semana de Estudos, com o tema “Caminhos para uma maior harmonia social e ambiental”,tratado pela economista Dra Manuela Silva.

A nossa sociedade está doente com desigualdades gritantes na repartição de rendimentos e riqueza, na utilização dos recursos naturais, nos projectos de vida e no relacionamento interpessoal; e manifesta incapacidade em superar essas desarmonias.

Estas incapacidades verificam-se em nós próprios, nos cidadãos em geral e nas suas organizações.

Há que abrir caminhos novos que exige o nosso envolvimento e por isso o nosso diálogo, para agirmos correctamente a nível individual, familiar e social.

Temos de participar em grupos de acção social para abrir os olhos aos problemas e intervir no sentido de obter as respostas e soluções para os problemas.

Este é o nosso papel de cristãos na procura de novos caminhos em três dimensões: a da pessoa, a do homem que vive com os outros em sociedade e a do homem com o universo.

Somos chamados a lutar todos os dias para construir a harmonia, na desarmonia da sociedade em que vivemos.

É preciso abrir o coração, os olhos,, abrir a inteligência, descobrir soluções, organizar as nossas ajudas.

“Amai-vos uns aos outros”.

P. Batalha

sábado, 22 de agosto de 2009

Acampamento JMV Carvalhal


Pois é, já está decidido o local para onde nós vamos acampar, ou melhor dizendo, acantonar, pois foi-nos emprestado o Salão Paroquial, onde nós poderemos dormir e fazer as nossa refeições.
Vamos para a Praia Fluvial do Carvaoeiro!

Vamos ter também uma cozinheira, que se disponibilizou a cozinhar para nós!

Até lá, vamos estar em preparações, pois há muita coisa para fazer!

Livro «O peixe amarelo» sugere pistas para um mundo melhor


“Tenho muita esperança de que esta seja a primeira geração solidária a uma escala global”, diz João Meneses, autor do livro «O peixe amarelo – Pistas para um mundo melhor», que transcreve os artigos publicados no «Diário Económico» durante dois anos e meio.

Nos textos, o comissário do Simpósio «Reinventar a Solidariedade» procurou enunciar um conjunto de possibilidades de evolução social, económica e ambiental.

João Meneses pensa que esta geração se está a confrontar com a possibilidade do fim do mundo, devido às tensões sociais, ambientais, bélicas e culturais.

O autor lembra que a crise actual tem demonstrado que “a economia não é uma força motriz capaz de suster a humanidade e de a fazer progredir rumo a uma espécie de ideal civilizacional de bem-estar material”.

A metáfora do “peixe amarelo”, inspirada em Herberto Helder, recorda que a metamorfose é uma dimensão fundamental da vida. Para o presidente da TESE – Associação para o Desenvolvimento, o desafio do crescimento humano impõe que as comunidades não se instalem nos modelos do passado, mas sejam capazes de criar meios de atenuar e ultrapassar as “arestas do mundo”.

A obra, editada pela Pedra Angular, conta igualmente com textos de António Câmara (YDreams), Carlos Zorrinho (Plano Tecnológico), Diogo Vasconcelos (Cisco), Geoff Mulgan (Young Foundation) e Rogério Roque Amaro (ISCTE).


Agência Ecclesia

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

XXI Domingo do Tempo Comum | 23.08.09


A liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum fala-nos de opções. Recorda-nos que a nossa existência pode ser gasta a perseguir valores efémeros e estéreis, ou a apostar nesses valores eternos que nos conduzem à vida definitiva, à realização plena. Cada homem e cada mulher têm, dia a dia, de fazer a sua escolha.

Na primeira leitura, Josué convida as tribos de Israel reunidas em Siquém a escolherem entre “servir o Senhor” e servir outros deuses. O Povo escolhe claramente “servir o Senhor”, pois viu, na história recente da libertação do Egipto e da caminhada pelo deserto, como só Jahwéh pode proporcionar ao seu Povo a vida, a liberdade, o bem estar e a paz.

O Evangelho coloca diante dos nossos olhos dois grupos de discípulos, com opções diversas diante da proposta de Jesus. Um dos grupos, prisioneiro da lógica do mundo, tem como prioridade os bens materiais, o poder, a ambição e a glória; por isso, recusa a proposta de Jesus. Outro grupo, aberto à acção de Deus e do Espírito, está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida; os membros deste grupo sabem que só Jesus tem palavras de vida eterna. É este último grupo que é proposto como modelo aos crentes de todos os tempos.

Na segunda leitura, Paulo diz aos cristãos de Éfeso que a opção por Cristo tem consequências também ao nível da relação familiar. Para o seguidor de Jesus, o espaço da relação familiar tem de ser o lugar onde se manifestam os valores de Jesus, os valores do Reino. Com a sua partilha de amor, com a sua união, com a sua comunhão de vida, o casal cristão é chamado a ser sinal e reflexo da união de Cristo com a sua Igreja.

Reflectindo o Evangelho

Quem obedece é livre. Eis o adágio popular que a Liturgia deste Domingo vem confirmar. De facto, o homem e a mulher são seres livres por excelência, ou seja, estão dotados da capacidade de poderem fazer escolhas, opções.
Ser cristão é optar por Cristo e pela sua doutrina. Não podemos ser cristãos em part-time, mas em full-time; não podemos ser e não ser; temos de ser coerentes e constantes. Contudo, sabemos que nem sempre é fácil seguir Jesus; o seu projecto é muito exigente; a Sua Palavra incomoda, é dura, é como uma espada de dois gumes, fere e cura: “estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?” (ver Evangelho).
Todavia, a Sua Palavra é performativa, é verdadeira, é actual, é interpeladora. É pela sua exigência que muitos homens e mulheres se tornam indiferentes ao plano de Deus e optam por outras palavras que diariamente nos afogam, nos abafam, mesmo que, muitas vezes, nos seduzam, embora não deixem de ser palavras ocas, palavras vazias, palavras ilusórias, palavras fugazes. Só a Palavra de Deus é realmente Espírito e vida, vida em abundância, vida plena. Só realmente Jesus tem palavras de vida eterna.
O respeito, a igualdade, o carinho, o amor mútuo são marcas identificadoras daquele que opta por Cristo. Isto traz implicações, quer mesmo a nível familiar, isso o expressa S. Paulo na 2ª Leitura: “sede submissos uns aos outros no temor de Cristo”.

Vivendo o Evangelho

“Também vós quereis ir embora”? Eis a grande questão que Jesus nos dirige. De facto, parece que as palavras de Jesus já não nos fascinam, parecem descontextualizadas da nossa vida. Diante de tal cenário podemos desanimar, pensando que Jesus até foi homem corajoso, interessante, mas que o seu projecto implica de nós sacrifício, renúncia, não absolutizar os nossos interesses e que, por isso, é melhor viver a vida, gozar a vida, “curtir” a vida, ou seja, viver apenas o imediato, o presente, sem jamais analisar o passado e perspectivar o futuro. Este é um vírus que nos pode contaminar facilmente, na sociedade hedonista e indiferente em que vivemos.
Pensar, reflectir e analisar as nossas opções é o grande desafio que o Senhor nos faz neste Domingo.


Farol de Luz; A Caminho

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Curiosidade!



Para quem pretenda saber mais sobre a Eucaristia, fica aqui este link:

Novo link adicionado!


Andava eu a vasculhar pela internet e encontrei uma notícia que falava sobre um site, de seu nome "catequisar". A curiosidade falou mais alto e decidi espreitar.


É realmente um site muito interessante, pelo facto de nos motivar a querer saber mais sobre a Eucaristia, como dar catequese e até temas para realizar encontros de reflexão!


Power Point's, documentos, temas de reflexão, liturgia na catequese, Um olhar sobre a Bíblia, são algumas das rubricas presentes neste site!


Visitem : catequisar.net